Os americanos dizem que as armas estabelecem a igualdade entre duas pessoas. Vejam o que aconteceu: um bandido, homenzarrão forte, 23 anos, profissional do crime, talvez armado – a notícia não diz – e uma velhinha de 74 anos, armada. Estabeleceu-se a “igualdade”. Quem levou a melhor? Leiam a notícia e vejam como terminou a história!

Agora aquele pessoal do Sou da Paz, do Viva Rio, dos direitos humanos vão criticar a velhinha, dizendo que ela não deveria ter reagido, pois “vejam o que aconteceu: o coitado do bandido morreu!”

Atenciosamente
Diogo Waki
Coordenador Paulista da PLD
Em Tempo: Recebi de nosso participante Gilmar de Macedo o link para um jornal gaúcho que trata da mesma matéria. Vale a pena ler os comentários postados no site . Clique aqui
ESTADO.COM.BR -
RICARDO VALOTA – Agência Estado

Uma aposentada de 74 anos, armada com um revólver calibre 38 do marido, matou, ontem, um rapaz, identificado como Nestor da Silva dos Santos, de 23 anos, que invadiu o imóvel dela, no bairro de Medianeira, em Farroupilha (RS), a 110 quilômetros de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

Ao perceber que alguém havia pulado a grade e invadido o quintal da casa, a aposentada se armou. Frente a frente com o suposto assaltante – que estava desarmado – a moradora atirou para cima e ameaçou disparar caso ele não fosse embora. Santos não se intimidou e acabou baleado no peito, morrendo no Hospital São Carlos, para onde foi levado pela Brigada Militar, acionada pela própria mulher.

Encaminhada para a Delegacia de Farroupilha, a aposentada0 foi autuada em flagrante por homicídio e liberada, para responder ao processo em liberdade. Segundo a polícia, o rapaz já tinha passagem por lesão corporal.

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6/08/2009 às 00:26:43 – Atualizado em 06/08/2009 às 00:57:32

Marcelo Vellinho

mulherreage

Vítima de tentativa de assalto em sua residência, no Uberaba, uma mulher reagiu e atirou em um dos assaltantes, por volta das 8h20 de ontem. O bandido, que se identificou como Adriano Martins, 18 anos, foi socorrido pelo Siate e internado no Hospital Cajuru, em estado grave. Os outros dois assaltantes fugiram. A mulher se apresentou no 7.º Distrito Policial (Vila Hauer) e entregou a arma, uma espingarda calibre 12 registrada.

Os três marginais renderam a vítima no momento em que ela, saindo para trabalhar, abria o portão de casa, na Rua Ademar Vieira Araújo, Vila União. Eles a obrigaram a entrar na residência, onde estava sua filha, e mantiveram as duas reféns dentro de um quarto.

Enquanto dois assaltantes reviravam a casa em busca de objetos de valor, Adriano vigiava as vítimas, mas se descuidou. “Elas aproveitaram a desatenção e se trancaram dentro do aposento, deixando o bandido para fora”, relatou o soldado Martins, do 20.º Batalhão da Polícia Militar.

Balaço

Os marginais, então, ameaçaram arrombar a porta e atirar nas moradoras. A mulher pegou a espingarda que estava no quarto e avisou os assaltantes que iria atirar caso eles não fossem embora. “Como tentavam arrombar a porta, ela atirou”, disse o policial. O disparo atravessou a madeira e atingiu Adriano embaixo do braço. Os outros bandidos abandonaram o comparsa ferido.

A mulher prestou depoimento no DP e relatou que, há cerca de 10 anos, seu marido foi morto durante um assalto. Adriano foi internado sob escolta policial e, caso sobreviva, será preso em flagrante.

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