Deputado Federal PAES DE LIRA pronuncia palestras em Bogotá (Colômbia) sobre Referendo brasileiro de 2005 e defende a legítima defesa das pessoas de bem como direito natural inalienável

Conferência na universidade Sergio Arboleda

A convite da Universidade Sergio Arboleda, prestigiosa instituição privada de ensino superior de Bogotá, o Deputado PAES DE LIRA pronunciou na capital colombiana palestra dirigida a público constituído de acadêmicos, militares, policiais e civis, no dia 22/07/2010. Entre os assistentes, um senador da República Colombiana e o Diretor de Controle de Armas de Fogo do Exército daquele país amigo.

O evento constituiu-se no ato inaugural do Observatório das Armas, órgão recém-criado pela mencionada universidade com o fito de estudar em profundidade a questão das armas e propor medidas pertinentes ao parlamento colombiano.

O evento foi patrocinado pela Sociedad Colombiana de Tradición y Acción, combativa entidade conservadora católica, pela ACCA — Asociación Colombiana de Coleccionistas de Armas e pela CASAN – Asociación de Coleccionistas de Armas San Jorge.

Na Escola Superior de Guerra da Colômbia

Aproveitando a presença do parlamentar brasileiro, conhecido defensor da legítima defesa em todo o mundo, o Comandante da Escola Superior de Guerra da Colômbia convidou-o a proferir palestra de mesmo teor aos alunos do Curso de Estado-Maior daquela instituição superior de ensino militar. O evento, congregando mais de trezentos majores e tenentes-coronéis (ou patentes navais equivalentes) da Marinha de Guerra, do Exército e da Força Aérea do país anfitrião e de outros países, teve lugar na Academia Militar, no dia 23/07/2010.

O Deputado PAES DE LIRA narrou aos presentes a epopeia do Referendo brasileiro de 2005 e explicou a uma audiência ainda surpresa como foi possível reverter as expectativas e vencer uma disputa política que a maioria dava, de antemão, como perdida.

Reafirmou sua posição a respeito do direito inalienável das pessoas de bem à legítima defesa. E mais uma vez demoliu, com argumentos científicos sólidos, abrangentes, cristalinos e verificáveis, todas as falácias dos desarmamentistas no que concerne à posse e ao porte de armas de fogo por cidadãos comuns, que atendam aos requisitos de leis razoáveis.

O vivo interesse da plateia atestou-se pela formulação, posterior à palestra, de numerosas perguntas, todas devidamente respondidas pelo palestrante, o que propiciou um debate especialmente rico e esclarecedor de pontos controversos.

Entrevista na Rádio

Além das conferência o Coronel Paes de Lira foi convidado a dar uma entrevista no programa El Justiciero, que durou 25 minutos,  à cadeia de rádio TODELAR, que cobre 60% do território. Trata se de um programa cujo âncora é o prestigioso radialista de maior audiência no noticiário do meio dia, o Sr. Dimas Rincón.

Paes de Lira representando os pró-armas brasileiros em diversos países do mundo

A iniciativa colombiana mais uma vez confirma o fato de que PAES DE LIRA é o principal interlocutor brasileiro na questão das armas e da legítima defesa no mundo. Já foi ouvido a esse respeito na Alemanha, nos Estados Unidos e na plenária da Conferência Mundial Sobre o Controle de Armas Leves, esta última na sede da ONU, em 30/06/2006.

O parlamentar continuará o bom combate na Câmara dos Deputados, enquanto durar o seu mandato, em prol dos que lutam pelo direito à posse mansa e pacífica de armas de fogo, seja para defesa pessoal, do lar e da família ou para as atividades tradicionais e respeitáveis da prática desportiva e do colecionismo.

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O Brasil está entre os dez países com maior número de armas em poder de civis, segundo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) divulgado nesta quinta-feira (17). O texto aponta que o Brasil tem 15 milhões de armas de fogo com civis – praticamente uma arma para cada 12 habitantes. Juntamente com o México, o país ocupa a sexta posição de ranking mundial que leva em conta o total de armas nas mãos de civis.

(…)

Na América, o Brasil surge em segundo lugar. A população mais fortemente armada do mundo está nos Estados Unidos, com 270 milhões de armas – praticamente uma para cada habitante. O total é 17 vezes maior que o verificado no Brasil. Em segundo lugar, vem a Índia (46 milhões de armas), seguida por China (40 milhões), Alemanha (25 milhões) e França (19 milhões).

Leia a íntegra da notícia e deixe gravado um comentário no site O Jornal – de Alagoas.

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Essa é demais!

A ONU vai apresentar como modelo de desarmamento o Estatuto do Desarmamento do Brasil. A Notícia do Correio Braziliense fala de tudo menos do Referendo. Vamos entrar no site do jornal e protestar por esta sonegação de informação.

Clique aqui ou envie um e-mail para leitor.df@diariosassociados.com.br

Correio Braziliense

23 de outubro de 2009

ONU o usará como um dos exemplos para discutir nova legislação internacional de controle de armas, no próximo mês, na Áustria

A Organização das Nações Unidas (ONU) começa a discutir, na primeira semana de novembro, uma legislação internacional de controle de armas. O Estatuto do Desarmamento do Brasil, de dezembro de 2003, pode servir de modelo para outros países. A reunião, que acontecerá em Viena, na Áustria, vai contar com a presença de autoridades nacionais e representantes de organizações não governamentais (ONGs) que participaram da campanha do desarmamento, realizada em 2004, e que resultou na arrecadação de mais de 459 mil armas em todo o país. Os resultados, que chegaram a surpreender o governo à época, é hoje motivo de comparação com a atual campanha, que este ano só recolheu cerca de 30 mil armas.

No estatuto, assinado pelo país em 2001, o governo brasileiro já atendeu a algumas recomendações da convenção da ONU sobre armas. “O nosso modelo é uma das alternativas para outras nações”, afirma o delegado federal Marcus Dantas, coordenador do Sistema Nacional de Armas (Sinarm). “Somos um dos únicos países do mundo que marca sua munição no próprio cartucho para possibilitar seu controle”, acrescenta. Hoje, a lei obriga as empresas fabricantes de armamentos a colocar nos lotes de munição números seriados. Com isso, o Comando do Exército e as polícias Federal e Civil podem rastrear os cartuchos a partir da saída das indústrias.

Leia a íntegra da notícia


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