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	<title>Pela Legítima Defesa &#187; ANIAM</title>
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	<description>O direito natural e inalienável à legítima defesa</description>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 20:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wakisan</dc:creator>
				<category><![CDATA[ANIAM]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de armas]]></category>
		<category><![CDATA[Criminalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Estados unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Legítima Defesa]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança pública]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Caros amigos, abaixo um artigo em que Salesio Nuhs &#8211; Presidente da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam), demonstra que armas de fogo nas mãos da população não são a causa da violência e que países com políticas de restrição às armas de fogo têm índices de violência maiores do que outros. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Caros amigos, abaixo um artigo em que Salesio Nuhs &#8211; Presidente da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam), demonstra que armas de fogo nas mãos da população não são a causa da violência e que países com políticas de restrição às armas de fogo têm índices de violência maiores do que outros.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Os fatos falam por si. Depois de mais de uma década de campanhas de desarmamento de pessoas honestas a criminalidade só aumentou.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>É o que o PLD tem afirmado desde o início dessas campanhas mentirosas.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;"><em>O Desarmamento civil só favorece bandidos e tiranos. <span style="color: #000000;">É um fato que a</span> <span style="color: #000000;">história demonstra.</span></em></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Em seguida, uma pequena cidade dos EUA, a exemplo de outras, aprova uma “lei” que obriga todo chefe de família a ter uma arma.</em><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Evidentemente que não se trata de uma lei, pois seria inconstitucional, assim como seria uma que determinasse a proibição, mas uma recomendação do Conselho da Cidade de Nelson com o objetivo de demonstrar apoio à Segunda Emenda da Constituição americana e que os cidadãos daquela cidade são contra qualquer tipo de restrição à venda e à propriedade de armas.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Boa leitura.</em></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Armas de fogo não são a causa da violência</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um recente levantamento que apontou as 50 cidades mais violentas do mundo, realizado pela ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal, concluiu que as armas de fogo nas mãos da população não são a causa da violência e que países com políticas de restrição às armas de fogo têm índices de violência maiores do que outros.</strong> Um verdadeiro balde de água fria para àqueles que repetem anos a fio que o desarmamento é o caminho para uma sociedade pacífica.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2011, a Organização das Nações Unidas, por meio do Global Study on Homicide, mais amplo e profundo estudo já realizado sobre homicídios, em âmbito global, já havia reconhecido que não se pode estabelecer relação direta entre o acesso legal da população às armas de fogo e os índices de homicídio, pois não são as armas do cidadão que matam, mas as do crime organizado, para o qual a lei não possui relevância.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um exemplo de que o discurso do desarmamento é descolado da realidade pode ser observado no Brasil. O país instituiu em 2003 o Estatuto do </strong><strong>Desarmamento, que mantém regras rígidas e burocráticas para o porte e posse de armamentos, entretanto, tem 15 cidades na lista das mais violentas do mundo e ocupa a 6º posição do ranking com Maceió (86 mortes por 100 mil habitantes).</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outro exemplo é o estado de Sergipe que, apesar de estar em segundo lugar no ranking de entrega de armas pela população em campanhas de desarmamento, o número de homicídios quadruplicou nos últimos dez anos, conforme dados do Mapa da Violência 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #0000ff;">Esses dados trazem a tona uma verdade, até então conhecida apenas pelos que se opõem a controles maiores sobre o comércio e a posse  de armamento, <span style="color: #ff0000;">o desarmamento não detém os delinquentes violentos que sempre têm sua forma de obter armas. As proibições só desarmam as pessoas inocentes e as deixam mais vulneráveis aos criminosos.</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil amarga uma média de 50 mil homicídios por ano, o que o torna, em números absolutos, o país em que mais se mata. Além disso, em média, apenas 8% dos homicídios são esclarecidos e um número muito menor chega a ser julgado e condenado. A taxa de impunidade alcança o patamar de 92%.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução dos homicídios é fator primordial para se entender o fenômeno da violência no país. A falta de esclarecimento dos crimes impede traçar um perfil criminal brasileiro e compromete a definição das políticas públicas na área de segurança. Com isso, a solução da violência consiste em dois tipos de ações principais: o sistemático e crescente combate a impunidade e a ação da polícia em prevenir os crimes e punir os bandidos, com o devido respeito aos direitos fundamentais dos indivíduos. Não se pode combater eficazmente o que não se conhece sequer em 10% de sua extensão.</p>
<p style="text-align: justify;">*Salesio Nuhs é presidente da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam).</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Cidadão de cidade dos EUA é obrigado a ter arma</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;">Por <a title="Agência EFE" href="http://info.abril.com.br/autores/agencia-efe/">Agência EFE</a> • Quinta-feira, 11 de abril de 2013 &#8211; 12h21</p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/cidadao-de-cidade-dos-eua-e-obrigado-a-ter-arma-11042013-21.shl">http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/cidadao-de-cidade-dos-eua-e-obrigado-a-ter-arma-11042013-21.shl</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Washington &#8211; Ter uma arma de fogo em casa é obrigatório para os moradores da cidade de Nelson (EUA), enquanto em outros lugares do país esse direito é defendido com descontos na compra de pizzas e sorvetes para quem apresentar uma pistola ou espingarda.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na semana passada, os cinco membros do conselho de Nelson, município de pouco mais de mil habitantes ao norte de Atlanta (Geórgia), votaram por unanimidade em uma ordem muito clara: cada &#8220;chefe de família&#8221; é &#8220;obrigado a ter uma arma de fogo, junto com a munição correspondente&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo é &#8220;prever a gestão de emergências e, sobretudo, &#8220;proteger a segurança e o bem-estar geral da cidade e de seus habitantes&#8221;, diz o texto do acordo, ao qual a Agência Efe teve acesso. &#8220;Queremos mostrar que nossos moradores querem ter armas&#8221;, disse à Efe por telefone um dos integrantes do conselho de Nelson, Jackie Jarrett.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trata-se, segundo Jarrett, de mostrar &#8220;o apoio&#8221; dos moradores de Nelson à Segunda Emenda da Constituição americana, que protege o direito de ter e portar armas, em meio ao debate nacional sobre se é ou não necessário restringí-lo para prevenir tiroteios maciços.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Após um desses tiroteios, cometido em uma escola de Newtown (Connecticut) em dezembro, que deixou 20 crianças e 6 adultos mortos, o presidente Barack Obama iniciou pessoalmente uma campanha por um maior controle das armas que polarizou vários cidadãos e deu lugar a iniciativas como a de Nelson.</p>
<p style="text-align: justify;">Jarrett apela à &#8220;responsabilidade&#8221; dos proprietários de armas ao defender o acordo, uma medida que classifica como &#8220;positiva&#8221; e que procura dar &#8220;mais proteção&#8221; aos habitantes da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas pobres, as que sofrem alguma incapacidade física ou mental, as declaradas culpadas de um delito grave e as que se opõem às armas de fogo por crenças religiosas ficam isentas de cumprir o acordo.</p>
<p style="text-align: justify;">A norma aprovada em Nelson imita outra similar adotada em 1982 pela cidade de Kennesaw, localizada a cerca de 50 quilômetros e também na Geórgia. Kennesaw, com 5 mil habitantes, fixou a obrigatoriedade de uma arma por lar em resposta a uma iniciativa de Morton Grove (Illinois) que proibiu a posse.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Segundo declarou Pam Davis, uma porta-voz de Kennesaw, ao jornal &#8220;USA Today&#8221;, havia 11 roubos por cada mil habitantes, e após a aprovação da norma essa taxa caiu para 2,7.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Spring City, no estado de Utah, também aprovou no início do ano um acordo que &#8220;recomenda&#8221; que em cada lar haja uma arma de fogo, enquanto em Byron (Maine) fracassou uma iniciativa similar. Mas os incentivos a possuir armas e a defender a Segunda Emenda adotaram outras formas, muitas delas não isentas de originalidade e gancho comercial.</p>
<p style="text-align: justify;">Jay Laze, proprietário do restaurante All Around Pizza and Deli, em Virgínia Beach (Virgínia), ofereceu em fevereiro descontos de até 15% a quem chegasse a seu restaurante mostrando uma arma ou uma permissão para levá-las escondidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Laze se inspirou em uma iniciativa similar de uma loja de sorvetes de South Odgen (Utah), e nesta mesma sexta-feira, outro restaurante<br />
da Virgínia, situado em Leesburg e chamado The Cajun Experience, anunciou descontos de 10% para os &#8220;amigos das armas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Faltando mudanças nas normas federais, durante este ano seis estados dos EUA aprovaram leis que restringem o acesso às armas, mas outros dez adotaram medidas que aumentam a permisividade, de acordo com dados do Centro de Leis para Prevenir a Violência com Armas.</p>
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