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	<title>Pela Legítima Defesa &#187; Fracasso do desarmamento civil</title>
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	<description>O direito natural e inalienável à legítima defesa</description>
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		<title>Deputado LAEL VARELLA critica campanha do desarmamento</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 13:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wakisan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criminalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dep Lael Varella]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuto do Desarmamento]]></category>
		<category><![CDATA[Fracasso do desarmamento]]></category>
		<category><![CDATA[controle de armas]]></category>
		<category><![CDATA[Fracasso do desarmamento civil]]></category>
		<category><![CDATA[Legítima Defesa]]></category>

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		<description><![CDATA[O Nobre Deputado Lael Varella (DEM-MG), que sempre defendeu o direito à propriedade e ao porte de armas para legítima defesa pelo cidadão honesto, proferiu ontem (03-04), mais um discurso em defesa desse direito, criticando a perniciosa campanha do desarmamento promovida pelo governo. Este antidemocrático governo, através da sistemática tortura dos fatos e dos números, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O Nobre Deputado Lael Varella (DEM-MG), que sempre defendeu o direito à propriedade e ao porte de armas para legítima defesa pelo cidadão honesto, proferiu ontem (03-04), mais um discurso em defesa desse direito, criticando a perniciosa campanha do desarmamento promovida pelo governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Este antidemocrático governo, através da sistemática tortura dos fatos e dos números, tenta estabelecer a “verdade” que convém aos seus objetivos totalitários. Mais uma vez o Dep. Lael Varella retorna a tribuna para desmentir esse absurdo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aproveitemos a oportunidade para pedir o apoio dele em favor do PL 3722/2012, apresentado pelo Dep. Peninha (PMDB-SC), cujo relator é o Dep. Cláudio Cajado Sampaio (DEM-BA), o qual recebeu sugestões do PLD para aprimorar a proposta e adequar a legislação relativa às armas de fogo à atual realidade.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Assim, mais uma vez enviemos nossos agradecimentos ao Dep. Lael Varella por mais esse discurso.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Envie sua mensagem para </strong><a href="mailto:dep.laelvarella@camara.gov.br"><strong>dep.laelvarella@camara.gov.br</strong></a><strong> ou acesse </strong><a href="http://www.deputadolaelvarella.com.br"><strong>www.deputadolaelvarella.com.br</strong></a><strong> e deixe sua mensagem em <em>Fale Conosco</em>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Também devemos aproveitar a oportunidade para pedir ao Dep. Claudio Cajado que dispense especial atenção às sugestões enviadas pelo PLD para o relatório do PL 3722/2012, a ser redigido por ele.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a title="" href="mailto:dep.claudiocajado@camara.leg.br">dep.claudiocajado@camara.leg.br</a></strong><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ao Deputado Lael Varella os nossos agradecimentos e cumprimentos pelo pronunciamento.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segue abaixo a íntegra do discurso.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>José Luiz de Sanctis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Coord. Nacional</p>
<div style="text-align: justify;" align="center">
<hr align="center" noshade="noshade" size="1" width="100%" />
<p><strong>O SR. LAEL VARELLA (DEM-MG. Pronuncia o seguinte discurso.) &#8211; Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, a escalada da criminalidade é ao mesmo tempo ameaçadora e trágica. Alguma atitude precisa ser tomada. <span style="color: #ff0000;">A Campanha Nacional do Desarmamento é risível e perniciosa</span>. <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff; text-decoration: underline;">Ela fere o princípio da Lei natural de legítima defesa</span>. </span>Os bandidos continuam agradecendo.</strong></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Enquanto a sociedade torna-se a cada dia mais vulnerável, e os bandidos, mais à vontade, os argumentos das autoridades permanecem mais ou menos os mesmos desde 2004, quando essas campanhas de desarmamento começaram: a defesa dos cidadãos cabe exclusivamente à polícia e disparos acidentais de armas de fogo provocam tragédias familiares.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Sr. Presidente, ao ocupar essa Tribuna, pretendo mais uma vez desfazer os vários mitos da questão das armas de fogo expostas didaticamente em publicações de associações como a <em>Aniam</em> e outras que se especializaram nessa matéria de segurança pública.</p>
<p><strong>Primeiro mito</strong>: grande parte dos homicídios em território nacional é cometida por cidadãos comuns, e não por bandidos.</p>
<p><strong>Os fatos: </strong>afirmação sem fundamento e comprovação, já que apenas um décimo dos homicídios no Brasil é solucionado. Considerando que apenas um décimo dos homicídios que acontecem por ano no Brasil é esclarecido pela polícia, como apontar, então, os autores e as causas em sua totalidade?</p>
<p>De acordo com estudo de José Pastore, professor da Universidade de São Paulo, 82% dos crimes esclarecidos no Estado são cometidos por criminosos reincidentes. Números como esse, na prática, podem ser ainda maiores, considerando a demora no julgamento de muitos criminosos brasileiros que, somente depois de condenados, passam a ter registros em ficha, os chamados antecedentes criminais.</p>
<p>Soma-se a isso o fato de os crimes por motivos banais serem mais fáceis de esclarecer que os de outra natureza. <strong><span style="color: #0000ff;">Luiz Afonso Santos,</span> no livro<span style="color: #0000ff;"> <em>Armas de Fogo, Cidadania e Banditismo</em></span>, </strong>esclarece que &#8220;na investigação dos crimes por motivos fúteis, a polícia tem mais elementos em mãos para trabalhar, por se tratar de protagonistas,<br />
vítimas e autores, com relacionamento conhecido, quando as informações chegam com maior facilidade&#8221;.</p>
<p>O mesmo não acontece com os crimes que deixam de ser apurados (os, quais, por isso, não entram nas estatísticas) devido à &#8220;falta total de informações pelos mais diversos motivos&#8221;; os principais são aqueles &#8220;cometidos por bandidos que ou intimidam testemunhas ou então fazem o serviço sem deixar pistas&#8221;.</p>
<p>As discrepâncias nas informações ditas oficiais são outro problema, pois não existe, de fato, um método eficiente para medir essa espécie de dado. Lembremos que enquanto o <em>Datasus</em>, do Ministério da Saúde, assinalava 47.578 homicídios no ano de 2005, a polícia apresentava 40.975 (uma diferença de 6.603 mortos).</p>
<p>Em 1996, pico da violência no <em>Estado de São Paulo</em>, as mortes não determinadas correspondiam a 6,4% do total dos registros do <em>Datasus</em>; já em 2005, esse número era de 17,2%. A <em>Folha de S. Paulo</em> considerou haver &#8220;um forte indício de maquiagem nos números&#8221; &#8211; como confiar em dados como esses, então?</p>
<p>Em 2001, a Associação dos Delegados do Estado de São Paulo denunciou que profissionais eram orientados pelo Estado a registrar homicídios como &#8220;encontro de cadáver&#8221; e &#8220;morte a esclarecer&#8221;. Mais um motivo para questionar os números divulgados.</p>
<p>Ainda nesse sentido, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, demitiu Túlio Khan, chefe da Coordenadoria de Análise e Planejamento da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo &#8211; acusado de vender dados sigilosos sobre a criminalidade no Estado.</p>
<p>Citemos, também, o fato de especialistas ligarem a maioria dos homicídios cometidos na cidade de Ribeirão Preto, SP, a um dos principais responsáveis pela violência no País: o tráfico de drogas. Para Sérgio Kodato, coordenador do Observatório da Violência e Práticas Exemplares da USP, &#8220;os traficantes passam a instituir a questão de matar quem não paga. Vira uma regra&#8221;.</p>
<p>Sr. Presidente, estão aí fatores que fazem parte da raiz do problema e, portanto, precisam receber um novo olhar do Governo e da sociedade. A garantia de meios que incentivem, entre outras ações, a geração de empregos e o combate às drogas deve ser prioridade.</p>
<p>É preciso acabar com a impunidade e prender os bandidos, pois 82% dos crimes são cometidos por criminosos reincidentes que estão soltos e bem armados. <span style="color: #ff0000;"><strong>Quanto às campanhas de desarmamento dos homens de bem, os bandidos continuam agradecendo.</strong></span></p>
<p><strong>Sr. Presidente, na próxima vez tratarei do <span style="color: #ff0000;">falacioso estudo do IPEA</span> <span style="color: #ff0000;">no qual esse instituto tenta provar que o desarmamento civil reduz a criminalidade</span>.</strong></p>
<p>Tenho dito.</p>
<p>&nbsp;</p>
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