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	<title>Pela Legítima Defesa &#187; mulher reage</title>
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	<description>O direito natural e inalienável à legítima defesa</description>
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		<title>NÃO EXISTE LEGÍTIMA DEFESA ?</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jul 2012 14:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wakisan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Controle de armas]]></category>
		<category><![CDATA[criminalidade diminuição]]></category>
		<category><![CDATA[Estadão]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuto do Desarmamento]]></category>
		<category><![CDATA[Legítima Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[porte de  armas]]></category>
		<category><![CDATA[mulher reage]]></category>
		<category><![CDATA[posse de armas]]></category>

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		<description><![CDATA[Oportuno editorial publicado no jornal O Estado de São Paulo de 30/06/2012, página A3, ataca o anacronismo da lei penal e critica o delegado de polícia de São Paulo que colocou em dúvida a tese de legítima defesa de um comerciante, prendendo-o. Envie seu comentário ao jornal pelo e-mail forum@grupoestado.com.br . Após este artigo, segue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #0000ff;">Oportuno editorial publicado no jornal O Estado de São Paulo de 30/06/2012, página A3, ataca o anacronismo da lei penal e critica o delegado de polícia de São Paulo que colocou em dúvida a tese de legítima defesa de um comerciante, prendendo-o.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #ff0000;">Envie seu comentário ao jornal pelo e-mail</span> </span><a href="mailto:forum@grupoestado.com.br">forum@grupoestado.com.br</a><span style="color: #0000ff;"> .</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Após este artigo, segue pertinente comentário do jurista <span style="color: #0000ff;">Prof. Dr. Adilson de Abreu Dallari</span>, publicado no mesmo jornal em 18/10/2006, quando a aposentada Maria Dora dos Santos Arbex, de 67 anos, baleou na mão um bandido que, armado com uma faca, tentou roubá-la numa praça do Rio de Janeiro e corria o risco de ser processada por lesão corporal ao bandido (imagine!) e porte ilegal de arma, pois o revólver pertencia a uma filha dela. Na ocasião ela foi agraciada com a Medalha “Pedro Ernesto” na Câmara dos Vereadores do Rio, homenagem essa por iniciativa do vereador Carlos Bolsonaro.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,nao-existe-legitima-defesa-,893761,0.htm"><strong><em>http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,nao-existe-legitima-defesa-,893761,0.htm</em></strong></a></p>
<h1 style="text-align: justify;">Não existe legítima defesa?</h1>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Estado de S.Paulo, 30 de junho de 2012 | 3h 04</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><span style="color: #0000ff;">O anacronismo da legislação penal e processual penal do País vem gerando situações absurdas, levando cidadãos inocentes, que reagiram a criminosos que os assaltavam à mão armada, a serem processados por crime de homicídio doloso triplamente qualificado.</span></strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Só este mês, ocorreram três casos semelhantes. Um aconteceu numa joalheria de Porto Alegre, onde o proprietário, reagindo a um assalto no momento em que abria o estabelecimento, baleou um dos criminosos, que acabou morrendo. Outro caso aconteceu numa tarde de sábado no centro da cidade de Caxias do Sul.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Surpreendida em seu apartamento por um ladrão que a ameaçava com uma faca de cozinha, uma senhora de 86 anos tirou da gaveta um revólver calibre 32 que pertencera a seu marido e que estava sem uso há mais de 30 anos e o matou com três disparos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O terceiro caso aconteceu na região de Cidade Dutra, na zona sul de São Paulo. Rendido em sua loja por dois assaltantes e levado até um banheiro, um comerciante de produtos de informática aproveitou um momento de distração dos bandidos, sacou uma pistola Glock 380 que guardava na mochila e disparou contra os bandidos. Um deles também disparou um revólver calibre 32. Os bandidos foram feridos e morreram logo após dar entrada no Pronto-Socorro do Grajaú. <strong>A loja já havia sido assaltada oito vezes nos últimos três anos.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #0000ff;"><strong>Apesar de terem agido em legítima defesa, nos três casos as vítimas dos assaltantes podem se converter em réus de ações criminais, correndo o risco de serem condenadas a penas privativas de liberdade a serem cumpridas em prisões de segurança máxima, <span style="text-decoration: underline;">o que representa uma absurda inversão de valores.</span></strong></span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por não ter registro de arma, por exemplo, a idosa de Caxias do Sul está sendo indiciada por crime de homicídio doloso &#8211; quando há intenção de matar. Pela legislação processual penal em vigor, explicou o delegado responsável pelo caso, sua tarefa é apenas elaborar o inquérito criminal e enviá-lo para a Justiça. A propositura de uma ação penal cabe ao Ministério Público e o acolhimento do pedido e a posterior condenação ou absolvição da acusada são de responsabilidade de um juiz criminal.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #0000ff;">Já os proprietários da joalheira de Porto Alegre e da loja de informática de São Paulo tinham suas armas registradas pela polícia, como manda a Lei do Desarmamento. <strong>Apesar disso, os delegados responsáveis pelo inquérito criminal deixaram-se levar por um formalismo que parece exagerado.</strong></span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>No caso do comerciante paulista, por exemplo,</strong> <strong>o <span style="color: #ff0000;">delegado colocou em dúvida a tese de legítima defesa</span> e, alegando indícios de <span style="color: #ff0000;">&#8220;reação excessiva&#8221;</span> e <span style="color: #ff0000;">&#8220;excesso doloso&#8221;,</span> pois um dos assaltantes era menor de idade, prendeu o comerciante na carceragem da delegacia.</strong> As testemunhas relataram que os assaltantes agiram com violência e que, após o tiroteio, o comerciante esperou a chegada da polícia, apresentou a arma e prestou depoimento. &#8220;Quanto à possibilidade do reconhecimento da legítima defesa, submeto à apreciação do Poder Judiciário, ouvindo representantes do Ministério Público&#8221;, disse o delegado responsável pelo inquérito.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff; text-decoration: underline;"><strong>Ficou evidente que a idosa e os comerciantes apenas reagiram, defendendo seu patrimônio e sua vida. Como imputar exagero na reação que tiveram ao ter a vida ameaçada?</strong></span></span> <span style="color: #0000ff;"><strong>Por que indiciá-los e convertê-los em réus, obrigando-os a gastar a poupança de uma vida para contratar advogados de defesa, uma vez que eram pessoas honestas colocadas sob risco em suas residências e locais de trabalho?</strong></span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Apesar de serem obrigados a observar a legislação processual penal, que tem mais de 70 anos, por que os delegados de polícia se deixaram levar por tanto formalismo?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #0000ff;"><strong>A falta de bom senso na interpretação das leis propicia, assim, um cenário surrealista, no qual têm direitos os bandidos, devendo as vítimas de atos criminosos curvar-se à vontade de seus algozes. E quem se defende dentro de sua própria casa vai para a cadeia por ter ferido um criminoso. <span style="color: #ff0000; text-decoration: underline;">Não existe mais legítima defesa?</span></strong></span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em></em></p>
<h1 style="text-align: justify;">Comentário do jurista Dr. Adilson de Abreu Dallari.</h1>
<h2 style="text-align: justify;">(com grifos nossos)</h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #0000ff;">Punir a vítima é um absurdo incompatível com a boa interpretação da lei. Cabe ao juiz, diante do caso concreto, com prudência e sensibilidade jurídica corrigir as aparentes distorções da lei.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>No caso da senhora que atirou no assaltante, o princípio jurídico elementar e fundamental que protege a vida e consagra a legítima defesa anula o suposto crime por ele cometido.</strong></span></span> <strong><span style="color: #0000ff;">O fato, em sí, da tentativa de assalto legitima o uso da arma, pois, diante de tamanha evidência, nem cabe discutir se ele precisava ou não andar armada.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #0000ff;">A posse da arma é uma circunstância elementar ao uso</span></strong> <strong>(ela não poderia ter usado se não estivesse com a arma)<span style="color: #0000ff;"> e o bom uso feito, o uso para a autodefesa necessária, com toda moderação, não pode ser tido como indevido, pois serviu para proteger valores especialmente amparados pela Constituição.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em síntese, logicamente, algo não pode ser e não ser ao mesmo tempo</strong>: <span style="color: #ff0000; text-decoration: underline;"><strong><span style="text-decoration: underline;">quem atua em legítima defesa não comete crime algum</span></strong></span>. <strong>Aliás, a legislação italiana e a de diversos Estados norte-americanos já declaram, expressamente, que não comete crime quem atira em assaltante que estiver no interior de sua residência e local de trabalho.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Como se sabe, a vida no Primeiro Mundo vale bem mais do que no Terceiro.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">José Luiz de Sanctis</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Coord. Nacional</span></p>
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		<title>Parabéns &#8220;vovó&#8243; pela coragem!</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 12:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wakisan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legítima Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[defesa de armass]]></category>
		<category><![CDATA[mais armas menos crimes]]></category>
		<category><![CDATA[mulher reage]]></category>

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		<description><![CDATA[Os americanos dizem que as armas estabelecem a igualdade entre duas pessoas. Vejam o que aconteceu: um bandido, homenzarrão forte, 23 anos, profissional do crime, talvez armado &#8211; a notícia não diz &#8211; e uma velhinha de 74 anos, armada. Estabeleceu-se a &#8220;igualdade&#8221;. Quem levou a melhor? Leiam a notícia e vejam como terminou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><em>Os americanos dizem que as armas estabelecem a igualdade entre duas pessoas. Vejam o que aconteceu: um bandido, homenzarrão forte, 23 anos, profissional do crime, talvez armado &#8211; a notícia não diz &#8211; e uma velhinha de 74 anos, armada. Estabeleceu-se a &#8220;igualdade&#8221;. Quem levou a melhor? Leiam a notícia e vejam como terminou a história!</em></div>
<div><em><br />
</em></div>
<div><em>Agora aquele pessoal do Sou da Paz, do Viva Rio, dos direitos humanos vão criticar a velhinha, dizendo que ela não deveria ter reagido, pois &#8220;vejam o que aconteceu: o coitado do bandido morreu!&#8221;</em></div>
<div><em><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,aposentada-mata-rapaz-ao-ter-a-casa-invadida-no-rs,569701,0.htm">Entrem neste link e postem seus comentários no site do Estadão&#8230;</a><br />
</em></div>
<div><em><br />
</em></div>
<div><em>Atenciosamente</em></div>
<div><em>Diogo Waki</em></div>
<div><em>Coordenador Paulista da PLD</em></div>
<div><em>Em Tempo: Recebi de nosso participante Gilmar de Macedo o link para um jornal gaúcho que trata da mesma matéria. Vale a pena ler os comentários postados no site . <a href="http://www.jornalnh.com.br/site/noticias/policia,canal-8,ed-6,ct-502,cd-266278,IDOSA+MATA+ASSALTANTE+COM+DISPARO+DE+ARMA+DE+FOGO+EM+FARROUPILHA.htm">Clique aqui</a></em></div>
<div><img src="http://www.estadao.com.br/estadao/novo/img/logo.png" alt="ESTADO.COM.BR - " /></div>
<div>RICARDO VALOTA &#8211; Agência Estado</div>
<div>
<p>Uma aposentada de 74 anos, armada com um revólver calibre 38 do marido, matou, ontem, um rapaz, identificado como Nestor da Silva dos Santos, de 23 anos, que invadiu o imóvel dela, no bairro de Medianeira, em Farroupilha (RS), a 110 quilômetros de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.</p>
<p>Ao perceber que alguém havia pulado a grade e invadido o quintal da casa, a aposentada se armou. Frente a frente com o suposto assaltante &#8211; que estava desarmado &#8211; a moradora atirou para cima e ameaçou disparar caso ele não fosse embora. Santos não se intimidou e acabou baleado no peito, morrendo no Hospital São Carlos, para onde foi levado pela Brigada Militar, acionada pela própria mulher.</p>
<p>Encaminhada para a Delegacia de Farroupilha, a aposentada0 foi autuada em flagrante por homicídio e liberada, para responder ao processo em liberdade. Segundo a polícia, o rapaz já tinha passagem por lesão corporal.</p>
</div>
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		<title>Mulher reage e atira em assaltante</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 15:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>wakisan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comente Comente]]></category>
		<category><![CDATA[mulher reage]]></category>

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		<description><![CDATA[6/08/2009 às 00:26:43 &#8211; Atualizado em 06/08/2009 às 00:57:32 Marcelo Vellinho Vítima de tentativa de assalto em sua residência, no Uberaba, uma mulher reagiu e atirou em um dos assaltantes, por volta das 8h20 de ontem. O bandido, que se identificou como Adriano Martins, 18 anos, foi socorrido pelo Siate e internado no Hospital Cajuru, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 7px; margin-right: 0px; margin-bottom: 7px; margin-left: 0px; font-family: Arial; font-size: 10px; padding: 0px;">6/08/2009 às 00:26:43 &#8211; Atualizado em 06/08/2009 às 00:57:32</p>
<p style="margin-top: 7px; margin-right: 0px; margin-bottom: 7px; margin-left: 0px; font-family: Arial; font-size: 10px; padding: 0px;">Marcelo Vellinho</p>
<p style="margin-top: 7px; margin-right: 0px; margin-bottom: 7px; margin-left: 0px; font-family: Arial; font-size: 10px; padding: 0px;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-316" title="mulherreage" src="http://pelalegitimadefesa.org.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/mulherreage-300x184.jpg" alt="mulherreage" width="300" height="184" /></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; font-family: Arial; line-height: 25px; padding: 0px;">Vítima de tentativa de assalto em sua residência, no Uberaba, uma mulher reagiu e atirou em um dos assaltantes, por volta das 8h20 de ontem. O bandido, que se identificou como Adriano Martins, 18 anos, foi socorrido pelo Siate e internado no Hospital Cajuru, em estado grave. Os outros dois assaltantes fugiram. A mulher se apresentou no 7.º Distrito Policial (Vila Hauer) e entregou a arma, uma espingarda calibre 12 registrada.</p>
<p>Os três marginais renderam a vítima no momento em que ela, saindo para trabalhar, abria o portão de casa, na Rua Ademar Vieira Araújo, Vila União. Eles a obrigaram a entrar na residência, onde estava sua filha, e mantiveram as duas reféns dentro de um quarto.</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; font-family: Arial; line-height: 25px; padding: 0px;">Enquanto dois assaltantes reviravam a casa em busca de objetos de valor, Adriano vigiava as vítimas, mas se descuidou. “Elas aproveitaram a desatenção e se trancaram dentro do aposento, deixando o bandido para fora”, relatou o soldado Martins, do 20.º Batalhão da Polícia Militar.<br />
<strong><br />
Balaço</strong></p>
<p>Os marginais, então, ameaçaram arrombar a porta e atirar nas moradoras. A mulher pegou a espingarda que estava no quarto e avisou os assaltantes que iria atirar caso eles não fossem embora. “Como tentavam arrombar a porta, ela atirou”, disse o policial. O disparo atravessou a madeira e atingiu Adriano embaixo do braço. Os outros bandidos abandonaram o comparsa ferido.</p>
<p>A mulher prestou depoimento no DP e relatou que, há cerca de 10 anos, seu marido foi morto durante um assalto. Adriano foi internado sob escolta policial e, caso sobreviva, será preso em flagrante.</p>
<p><a href="http://www.parana-online.com.br/editoria/policia/news/388803/?noticia=MULHER+REAGE+E+ATIRA+EM+ASSALTANTE">Clique aqui e veja no original</a></p>
<p style="margin-top: 7px; margin-right: 0px; margin-bottom: 7px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; font-family: Arial; border-bottom-color: #cccccc; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; height: 1.7em;"><span style="float: left; font-weight: bold; margin-top: 8px;"><br />
</span></p>
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