[img:carlossampaio.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa]O Dep. Carlos Sampaio – ( PSDB-SP), favorável ao Estatuto do Desarmamento, tem respondido a participantes da “passeata virtual” da PLD. Vejam e-mail do deputado e algumas interessantes respostas do nosso pessoal.

Recebi seu e-mail no qual você externa o seu pensamento sobre o Estatuto do Desarmamento e quero, desde já, reconhecer que o referido diploma, de fato, deve merecer algumas alterações visando o seu aprimoramento e, até mesmo, visando corrigir eventuais injustiças cometidas contra determinadas categorias.

Todavia, como Promotor de Justiça (licenciado), há mais de 20 anos, e como Deputado Federal que hoje sou, penso de forma diferente no que tange à importância do Estatuto do Desarmamento. Sou favorável ao mesmo e lutei para que ele fosse criado.

Acredito, baseado em inúmeras reflexões e estudos, que o Estatuto representou um grande avanço para a sociedade brasileira e impôs àquele que quer fazer o uso da arma, restrições que reputo essenciais para que ele possa manuseá-la sem risco para ele próprio ou para terceiros.

Entendo, portanto, que é nosso dever, nesse momento, repito, lutar para corrigir os eventuais equívocos acima mencionados e não levantarmos uma bandeira que proponha o fim do Estatuto do Desarmamento.

Enfim, registro que, não obstante meu posicionamento sobre essa questão, entendo e respeito sua visão sobre o assunto e coloco-me à disposição para propor, dentro do espírito a que me referi acima, as correções porventura sugeridas por você.

Atenciosamente,

Carlos Sampaio

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8 comments untill now

  1. Carlos B. Quirino Jr @ 2007-11-14 09:00

    Excelentíssimo Sr. Deputado Federal Carlos Sampaio,

    Agradeço o seu e-mail e fico muito contente com as suas palavras que, embora
    diferente daquilo que esperava, acredito e defendo, tiveram a coragem de
    sustentar sua posição, diferentemente da maioria de nossos representantes e,
    mesmo, de nossa população, que é regida na maioria por hipocrisia.

    Teria ficado mais fácil para V. Excelência seguir os mesmos critérios, de
    dizer o que os outros querem ouvir ao invés de firmar posição e, somente com
    isso, o diferencio da maioria e o respeito muito.

    Quero, contudo, salientar que o que vemos de fato, nos jornais, nas TV’s,
    nas esquinas das grandes cidades é bem diferente do que quer crer, com a
    frase “… impôs àquele que quer fazer o uso da arma, restrições que reputo
    essenciais para que ele possa manuseá-la sem risco para ele próprio ou para
    terceiros.”

    Eu, como cidadão, sou obrigado ás “restrições”, mas os delinqüentes as
    utilizam sem quaisquer restrições e não são armas esportivas, armas de
    pequeno calibre para proteção própria ou de propriedades, etc., função esta
    alias, que deveria ser do Estado e, infelizmente, não é cumprida a contento.

    As minhas sugestões, se importantes, são aquelas apresentadas pelo movimento
    “Pela Legitima Defesa” (www.pelalegitimadefesa.org.br), formuladas por
    homens sérios e dignos, conhecedores do assunto, talvez não com Vossa
    experiência profissional, mas como homens normais, formadores de opinião,
    que enfrentam o dia-a-dia e a insegurança sem seguranças ou carros
    blindados, que só querem ter o direito de ter direito, prontos para serem
    punidos caso caminhem deferentemente da Lei, Ordem e da Justiça.

    atenciosamente

    Carlos B. Quirino Jr:.

  2. Marcelo Pereira @ 2007-11-14 11:08

    O deputado no mínimo está equivocado. O malfadado estatuto do desarmamento não foi bom para o Brasil. Foi bom sim para os bandidos e para este governo totalitário comunista que tem como um de seus postulados desarmar a população civil honesta, para impossibilitar a defesa contra a opressão imposta pelo mesmo.
    Toda a campanha do desarmamento objetivou aniquiliar o espírito reativo dos brasileiros, para que estes se tornassem uma massa amorfa de pessoas que não reagem. Não reagem ao arbítrio, aos impostos, à corrupção, ao governo. Esse foi e é o verdadeiro objetivo dos desarmamentistas, daí a importância capital em combatê-los.
    O que a população tem de entender, inclusive, é que sobre o direito de ter e portar armas repousa a garantia da existência de todos os demais direitos civis, pois o governo só respeita o cidadão que tem condições de reagir. Os norte-americanos perceberam isso há muito tempo e inseriram em sua Constituição a 2.ª Emenda exatamente para garantir, em sua essência, o próprio espírito das liberdades civis.
    Agora, quanto ao deputado, talvez seja melhor ele voltar às suas antigas atribuições junto ao Ministério Público, pois como parlamentar sua atuação não está sendo boa

  3. Edgar A de Godoi R Pinto @ 2007-11-14 14:05

    Dep. Carlos Sampaio

    Primeiramente, cumprimento-o pela iniciativa da resposta à “passeata virtual” da PLD.

    Sinceramente, sem a menor intenção de desqualificar sua resposta ou mesmo desconsiderar sua experiência na Promotoria Pública, reduzir as VERDADEIRAS intenções do tirânico Estatuto do Desarmamento à; “restrições que reputo essenciais para que ele possa manuseá-la sem risco para ele próprio ou para terceiros.”, é abusar da inteligência do mais simplório dos cidadãos brasileiros.

    Entendo que todos os posicionamentos sobre o tal Estatuto estão, na raiz, condicionados por duas correntes doutrinárias: aquela que entende o cidadão como propriedade do Estado e aquela que entende o cidadão como pessoa individual, livre e responsável pelos seus atos. Esta é a correta polarização entre os a favor e os contra, este pernicioso Estatuto do Desarmamento!

    Edgar A de Godoi R Pinto
    Aguaí/SP
    14/11/2007

  4. Claudoir Riepe @ 2007-11-14 15:51

    Nossos governantes, lá longe, dentro de seus palácios, com seus carros blindados e seguranças desconhecem a realidade.
    O Estatuto do Desarmamento é covarde. De um lado, temos os marginais cruéis e armados e de outro o cidadão, desarmado e submisso. Para marginal conseguir arma não existem regras. Por R$ 300,00 reais se consegue uma arma ilegal e não há como impedir isso. Então por que proibir que o cidadão de bem possa ter a sua?
    Ah!!! É perigoso! Sim, mas para quem não está preparado.
    Se fosse assim, tão perigoso, como afirmam os defensores do desarmamento, era só distribuir armas livremente aos criminosos e em algumas semanas estariam todos mortos.
    Com o Estatuto do Desarmamento, Estatuto do Adolescente e Direitos Humanos (que eu não sei por que assim é chamado – onde está o Direito dos Humanos?)e leis duras que com um advogado se tornam brandas, os marginais podem roubar, assaltar, torturar, estuprar e matar, sem se preocupar. Logo estarão… outra vez… nas ruas.

  5. victor metta @ 2007-11-19 10:21

    Seria muito bom se o ilustre deputado, ex-promotor, tivesse se empenhado com o mesmo fervor em suprimir o direito ao porte de arma entre seus pares.

    Vale lembrar que, enquanto o cidadão comum nem pode donhar com a expediçào de porte, promotores e deputados já o tem assegurado por lei.

    Se o ilustre legislador é tào contrário às armas, porque não mexeu na própria casa antes de mexer no resto do páis?

    Victor

  6. Marcelo Pereira @ 2007-11-20 21:21

    Ele não mexeu na “própria casa” porque no Brasil os legisladores vivem numa ilha da fantasia chamada Brasília, vomitando leis para os outros e nunca para eles mesmos.

  7. Juarez Arruda @ 2007-11-24 14:12

    Nobre Deputado, Senhor Doutor Promotor Público, Carlos Sampaio.

    Em meu e-mail apenas solicitei que V.Excia. interceda para que eu, involuntariamente, me torne um fora-da-lei por consequência de uma Lei (Estatuto do Desarmamento) aprovada pelo nosso Congresso e “não aprovada” por 64% dos eleitores brasileiros, pelo plebiscito efetivado em 23/Outubro/2005.

    Como pode Senhor Deputado?

    “Se hoje eu tenho a posse de uma arma adquirida dentro de uma Lei vigente à época da aquisição. Se me submetí às regras daquele tempo para adquirí-la, para registrá-la e para poder tê-la como instrumento de defesa pessoal e ou como um simples objeto de estimação; não vejo que diferença possa ser o motivo; o que interessa, a meu ver, é que cumprí as determinações impostas para tal ato e, agora, posso estar me tornando um delinquente com data pré-determinada por um texto legal (?) só porque nossos “administradores políticos do País” resolvem que eu não posso mais usufruir dos meus direitos anteriores, adquiridos dentro de um cumprimento normal e total das leis existentes à época.”

    A quem posso me recorrer para que eu não me torne um bandido, da noite para o dia de uma determinada data a ser estipulada por uma Lei não referendada?

    Aliás, referendo proposto por nossos próprios governantes.

    Só valeria esse referendo se condizesse com a vontade dos nossos governantes?

    Quantas perguntas passam pela minha mente e que não consigo resposta alguma das pessoas que têm o poder…

    O que devo fazer Nobre Deputado, Senhor Doutor Promotor Público??? O que devo fazer???

    Eu nunca fui, não sou e não quero ser “bandido”! Muito menos por falta de ação dos nossos governantes ou por um simples “querer” de uma grande minoria do povo brasileiro.

    Não se esquela, Nobre Deputado: “bandidos” são assim chamados porque, habitualmente, não seguem e não se sujeitam às Leis vigentes. E, continuarão a “nem estar aí” para as Leis atuais e quaisquer outras Leis futuras. Eles continuarão a ser “bandidos”, porém, segundo esse malfadado “Estatuto do Desarmamento” – não aprovado pelo referendo popular – eu estarei desse outro lado (dos bandidos), sem sê-lo, apenas porque essa Lei vai determinar que eu o seja.

    Alguma coisa deve estar errada porém eu acho que não estou conseguindo enxergar onde possa estar o erro.

    Será que, além de tudo, estou “emburrecendo”?

    Mais uma pegunta que não encontro resposta(s)…

    Pense bem Nobre Deputado. Pelo meu conceito, de um Promotor de Justiça, mesmo licenciado, penso que, no mínimo, ao menos, deveríamos todos nós, esperar JUSTIÇA.

    Abraços!

    Juarez Arruda

  8. Arinaldo MArtins dos Santos @ 2009-02-07 22:01

    Preciso que vocês interfiram sobre os professores temporários, fui o 1 (primeiro colocado) em matemática, pela Delegacia de Ensino de Americana, e conforme decisão da ex. Juíza de Direito MARIA GABRIELA PAVLÓPOULOS SPAOLONZI, a decisão dela pratica injustiça, a prova foi uma concorrência leal e conforme a decisão Excelentíssima. Juíza de Direito MARIA GABRIELA PAVLÓPOULOS SPAOLONZI, estou perdendo minha 1 (primeira) colocação.

    Mandem-me um e-mail, pois não consigo ver os e-mai’s de vocês todos os deputados, que tenho salvado o arquivo provando minha primeira colocacão e quero exercer meu direito de cidadão, quer justiça, estou sendo injustiçado

    requisicoes@americana.sp.gov.br
    arinaldo.santos@alunos.am.unisal.br

    Trabalho na prefeitura de Americana

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