A dificuldade em conseguir portes de arma, a incapacidade do poder público de defender a população a todo momento e em todos os lugares, está levando aos brasileiros a fazer a justiça com as próprias mãos.

Não seria melhor o governo cumprir a decisão do referendo e permitir que cada um exerça o direito da legítima defesa concedendo-lhe o porte de armas? Neste caso não terminou, mas poderia ter terminado em tragédia na qual o bandido atingisse várias pessoas.

Segunda-feira, 07/06/2010, 07h56

Nem ele mesmo conseguiu explicar o ato tresloucado do qual foi vítima ao resolver assaltar um posto de gasolina que fica localizado na esquina da avenida 1° de Dezembro com a avenida Ceará, no bairro de Canudos, em Belém.

André Catarino Sena, 38 anos, armado de um revólver calibre 38, apontou para o frentista, que entregou uns trocados que fica sempre à mão para eventuais situações como esta. Satisfeito, pensando que ali tinha uma boa grana, André Catarino saiu mansamente para pegar a travessa Nina Ribeiro quando foi dado o alarme de “pega ladrão”.

Clique aqui e veja como terminou a história…

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  1. Ridículo o modo como a notícia é dada.
    O sujeito é colocado como vítima quando foi ele que fez as vítimas. Ora, que inversão nojenta de valores é esta? Como vítima? Ele é agente agressor, vítimas somos nós as sociedade!

    Ademais deveria ter sido também enquandrado por crime de tentativa de homicídio já que as espoletas das munições estavam marcadas (picotadas) indicando que a arma fora acionada e por uma felicidade do destino estas munições não vieram a deflagar a ignição plena.

    Além do que chamar a defesa das pessoas de ato tresloucado é uma ofensa a decência de todos que ali arriscaram suas vidas heróicamente na tentativa de evitar que o meliante se evadisse.

    Nota zero para o jornalista da Gazeta do Pará que é um verdadeiro idiota por dar a notícía de uma forma tão contrária ao bom senso e nota zero ao delegado que não enquandrou o sujeito em tentativa de homicídio também.

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