Amigos da ABPLD.

Segue a mensagem que enviei ao jornal O Estado de São Paulo a respeito da publicação na primeira página da edição de hoje, 10/11/2016, mas que também é perfeitamente adequada a toda imprensa mundial.

Cumpre alertar que o empresário americano Donald Trump, hoje eleito presidente dos EUA, se tornou polêmico graças e insidiosa campanha da imprensa mundial em tentar desqualificá-lo para eleger a socialista Hillary Clinton. Ainda bem que a América profunda não caiu nessa conversa.

Além de vários aspectos, certamente o Tratado Internacional para Armas Leves da ONU, que visa o controle de armas por cidadãos de bem, não prosperara. Isso não nos deixa muito confortáveis pois o deputado  federal desarmamentista Bruno Covas (PSDB), hoje vice-prefeito de São Paulo, como relator da matéria, recomendou a aprovação do troço pelo Congresso. Ficaremos atentos.

Quanto ao titulo da primeira página, foi este: PERPLEXO E INSEGURO, MUNDO SE QUESTIONA: QUAIS PROMESSAS TRUMP CUMPRIRÁ?

Assim, desesquerdizando a primeira página do referido jornal, o título deveria ser: “PERPLEXA E INSEGURA, A ESQUERDA MUNDIAL SE DESESPERA: QUAIS PROMESSAS TRUMP CUMPRIRÁ?”

A mensagem:

“Mundo perplexo e inseguro? Que mundo está perplexo e inseguro? Só se for o mundo comunista. Evidentemente este jornal não tem somente leitores apoiadores da Hillary Clinton, no entanto, só as cartas desses foram publicadas. A imprensa mundial, cujas redações estão dominadas por esquerdistas, ainda não percebeu que suas mentiras não convencem mais.

Graças ao advento do Internet e a pensadores independentes, as pessoas podem ter acesso ao contraponto a essa nefasta ditadura do politicamente correto, a ditadura dos “ofendidos”, das babaquices, novilínguas, manifestos coletivistas, moções de repúdio, etc., imposta por vocês com apoio da ONU, George Soros, “intelectuais” das universidades et caterva.

Mas não só a Internet e pensadores isentos influenciam, as pessoas ainda são providas de bom senso, ainda pensam. A grande maioria das pessoas não se importa com essas bandeiras sem causa que vocês levantam. As pessoas querem sossego e não ódio e luta de classes. Querem segurança e não bandidos invadindo suas casas indefesas e barbarizando, roubando-as nas ruas sem serem punidos e ainda protegidos por “defensores” dos direitos humanos e legislação leniente. Querem trabalhar e levar a vida em paz e não ficar sustentando falsos excluídos. Querem criar seus filhos com dignidade e não entregá-los às drogas, ao sexo precoce, à pedofilia, à bestialidades e a tudo o que objetiva a destruição das famílias e seus valores morais, dos valores cristãos e de boa conduta, a destruição das belas tradições e dos costumes que o politicamente correto propõe destruir.

É por isso que jornais estão perdendo leitores e fechando as portas. Ao invés de informar, se tornaram patéticos cabos eleitorais da esquerda mundial e do globalismo raso e sem graça. Vocês querem o fim da beleza das diferenças culturais e dos povos. Querem um mundo cinzento e igualitário.

Com relação à eleição americana, imaginavam poder induzir a população a erro, mas esqueceram-se de combinar com os “russos”, ou seja, com o eleitor americano, aquele que paga a conta, esqueceram-se de combinar com a América profunda. Mesmo depois dessa traulitada gigantesca, arrogantes que são, desqualificam esses eleitores que estão cansados da ditadura do politicamente correto e não se submetem a ela, tratando-os como ignorantes incapazes de discernimento. Pessoas simples talvez, mas não idiotas.

Tentaram fazer isso com o referendo aqui em 2005. Perderam, mas a tirania petista e da esquerda que domina o país não aceitou o resultado, continuando a desarmar o cidadão de bem e não o criminoso, unicamente para fins de controle social e de um projeto criminoso de poder.

Perderam quando tentaram convencer os britânicos que o Brexit, a saída da união europeia, seria um erro. Convenientemente esqueceram-se do Reino Unido profundo, das reais necessidades da população.

Perderam quando apoiaram o absurdo acordo de “paz” com as FARC (acordo de paz capitaneado por Cuba é uma piada de extremo mau gosto), grupo narcoterrorista marxista que matou milhares de pessoas na Colômbia, a qual queriam premiar com cotas no Senado e Câmara daquele país sem serem eleitos, além do perdão e indenizações milionárias. Queriam transformar a Colômbia em outro narcoestado, como se não bastasse os existentes nas vizinhanças. Convenientemente esqueceram-se da Colômbia profunda e dos que sofreram na mão desses narcoterroristas.

Vocês ainda seguirão tentando, mas essa onda está chegando ao fim e ruindo sobre as próprias mentiras, juntamente com a credibilidade dos jornais e da mídia em geral. O preço da liberdade é  a eterna vigilância e a maioria silenciosa está vigilante. Assim, desesquerdizando a primeira página do estadinho de hoje, o título deveria ser: “PERPLEXA E INSEGURA, A ESQUERDA MUNDIAL SE DESESPERA: QUAIS PROMESSAS TRUMP CUMPRIRÁ?”

Esse jornal deixou de ser o Estadão independente há muito tempo, passando a ser um mero panfleto da ideologia esquerdista, com raras exceções de articulistas de princípios que não se deixam dobrar e não se vendem. Uma pena, pois os engajados não comprarão esse e outros jornais. O mundo profundo está se manifestando e não sucumbirá. Evidentemente não publicarão, mas divulgarei por outros meios.

Saudações conservadoras.”

YOU ARE FIRED! Ass. Donald Trump.

Mensagens podem ser enviadas para o fórum dos leitores  forum@estadao.com

José Luiz de Sanctis

ABPLD

#PLDportejá

 

O excelente artigo de Alexandre Borges, do Instituto Liberal, sobre o recente morticínio promovido por um esquizofrênico nos EUA e sobre a seletividade da imprensa contaminada pela ditadura do politicamente correto, dispensa comentários. Íntegra no link abaixo.

Mais uma vez, as decantadas “gun free zone” (áreas livres de armas) dos desarmamentistas foi a escolhida.

Saudações.

José Luiz de Sanctis

http://institutoliberal.org.br/blog/?p=6458&cpage=1#comment-18241

A segunda morte de Aaron Alexis está a caminho

ALEXANDRE BORGES *

O interesse da velha imprensa pelo caso do atirador Aaron Alexis, um ex-militar que matou 12 pessoas numa base naval em Washington nesta segunda-feira, tem despencado em queda livre nas últimas horas. O caso é exemplar como prova de que qualquer notícia que não reforce a narrativa dos jornalistas é descartada e que entre o interesse público e a agenda política a segunda sempre vencerá.

Para começar, Aaron Alexis é negro e budista, o que já é meio caminho para que a história seja enterrada junto com ele. Em 2011, quando o esquizofrênico Anders Behring Breivik, um branco norueguês “ultradireitista” (seja lá o que isso signifique), fez seus disparos, a tragédia serviu de desculpa para todo tipo de sociologia de botequim, daquela que a TV brasileira comete sempre que um caso possa servir para vender um embuste ideológico. Já Aaron, que não tem o physique du rôle desejado, deve rapidamente ser esquecido.

Quando Trayvon Martin foi morto por George Zimmerman, Barack Obama deu um discurso em que sugeriu que Martin poderia ser seu filho. E Aaron Alexis, não poderia também? Ou Barack Obama só adota seletivamente os negros que se encaixam na sua narrativa política?

O mesmo fenômeno aconteceu em 2012 com o “atirador de Toulouse”. Minutos depois da notícia de que um atirador havia espalhado o terror naquela cidade do sul da França, jornais do mundo inteiro começaram a especular sobre o crime de ódio dos brancos europeus contra imigrantes até que se descobriu que o terrorista se chamava Mohamed Merah e era um argelino muçulmano com ligações com a Al Qaeda. O nome de Merah foi rapidamente apagado do noticiário e toda sociologia de pé quebrado retirada às pressas das pautas.

O caso de Aaron Alexis é ainda mais embaraçoso para os politicamente corretos e ativistas em geral quando se conhece os detalhes que vão emergindo a cada momento e que vão além da cor e da religião “erradas” para que ele pudesse ganhar teses de doutorado e mesas redondas na CNN e na GloboNews.

Os jornais tentaram emplacar a tese de que Aaron usou uma AR-15 e que uma arma como esta não deveria estar nas mãos de um desequilibrado mental, o que ninguém discute. Só que o atirador, sabe-se agora, não carregava uma AR-15 mas pistolas de mão, daquelas que mesmo os mais ferrenhos ativistas contra as armas legais nos EUA não ousam pensar em proibir.

Outro ponto que a imprensa e os ativistas fogem é o chamado “profiling”, ou seja, um conjunto de medidas preventivas que os órgãos de segurança poderiam adotar para minimizar o risco desse tipo de tragédia. Basicamente o procedimento é monitorar cidadãos com o padrão de comportamento amplamente conhecido pelo FBI como reclusão repentina, súbito interesse por armas, mensagens violentas em redes sociais, entre outros sinais de que algo pode dar errado em breve. Há uma série de procedimentos a se adotar nesses casos e, se houvesse mais denúncias, é claro que muitas mortes seriam evitadas.

Segundo um estudo do próprio FBI, na maioria dos casos os atiradores revelam seus planos para parentes e amigos, que deveriam ser orientados para denunciar o potencial terrorista e tentar salvar a vida de inocentes, muitas vezes crianças. Estes vizinhos, amigos ou parentes, até psiquiatras que em muitos casos acompanhavam o futuro atirador, hoje não são incentivados a reportar para as autoridades o risco potencial identificado naquela determinada pessoa, já que isso seria “preconceituoso” e politicamente incorreto e, em nome dessa escolha ideológica barata, mais e mais pessoas morrem.

Mesmo com tudo isso, o mais importante assunto de todos sobre esses assassinatos seriais é uma aberração assassina chamada “gun free zones” (zonas livres de armas), o que inclui escolas, universidades e bases militares como as de ontem, não por coincidência os locais preferidos dos atiradores.

Uma “gun free zone” é nada mais que um aviso a qualquer assassino em potencial de que, se ele estiver armado, nada vai impedir que ele faça o que quiser naquele local, que ninguém terá como se defender. O inferno das boas intenções.

A “gun free zone” é a materialização de todas as perversões ideológicas num local físico em que serem humanos são transformados em alvos indefesos por políticos que normalmente passam a vida longe desse tipo de risco, trafegando em carros blindados e rodeados de seguranças, como Bill Clinton, seu maior entusiasta e em cujo governo elas se espalharam como praga.

É bom lembrar também o caso ocorrido em 2009 na base militar de Fort Hood, quando o major muçulmano Nidal Malik Hasan matou 13 companheiros de trabalho e feriu outros trinta gritando “Allahu Akbar” (Deus é grande) enquanto fazia os disparos em outra “gun free zone”.

Como explicar que uma base naval, local de trabalho de militares, é uma zona proibida para armas, desafia a lógica, o bom senso e a sensatez. Mais do que mortos por balas, as doze vítimas de Aaron morrem por não poderem se defender, mesmo dentro de uma área militar e frequentada por profissionais das forças armadas, que assim vão ficando cada vez menos uma “força” e muito menos “armadas”.

Por que atiradores não escolhem locais repletos de gente armada para fazerem seus disparos? Por que sempre escolhem as “gun free zones”, mera coincidência? Por que não se faz uma campanha de conscientização da população para denunciar potenciais atiradores para as autoridades? Não espere ver qualquer um desses temas debatidos na grande imprensa. Como Aaron Alexis é negro, budista, atirou com pistolas de mão numa “gun free zone”, sua história simplesmente não interessa e tem tudo para ser rapidamente esquecida.

* DIRETOR DO INSTITUTO LIBERAL

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O Deputado Federal Paes de Lira comentou nesta terça (29), a sentença histórica da Suprema Corte dos Estados Unidos que confirmou a validade nacional da 2ª Emenda da Constituição daquele país, que estabelece o direito do cidadão portar e possuir armas. A decisão impede que estados e municípios americanos intervenham nessa questão por se tratar de um direito constitucional. O parlamentar contestou que aqui no Brasil esse direito não prevalece, contrariando o que foi decidido pela população no referendo de 2005. Para Paes de Lira o Estatuto do Desarmamento permanece uma lei draconiana e que atinge o cidadão de bem, que apenas quer defender o seu lar e a sua família. Paes de Lira também destacou que o resultado do referendo brasileiro serviu para o mundo inteiro, pois impediu que o mesmo instrumento democrático, que previa o desarmamento da população, fosse realizado na Argentina, Suiça, e nos Estados Unidos. O Deputado Paes de Lira chamou a atenção dos demais parlamentares para que o Estatuto do Desarmamento seja reformado no que ele tem de ruim e que assegure ao cidadão de bem o direito à legítima defesa.

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